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Revolução Bipolar: a gênese e derrocada do socialismo soviético, A



Título: A Revolução Bipolar: a gênese e derrocada do socialismo soviético
Autor: Luis Fernandes
Formato: Impresso
Dimensão: 14 x 21 cm
Ano de publicação: 2017
Número de páginas: 260
Coedição: Editora Anita Garibaldi e Fundação Maurício Grabois

A influência da Revolução Russa no mundo foi tamanha que o célebre historiador britânico Eric Hobsbawm batizou de “breve século XX” o período da história mundial marcado pela sua gênese e derrocada (iniciado com a I Guerra Mundial, em 1914, e encerrado com a dissolução da União Soviética, em 1991). No ano em que se completam 100 anos dessa experiência revolucionária, a Editora PUC-Rio, em parceria com a Editora Anita Garibaldi e a Fundação Maurício Grabois, lança o livro A Revolução Bipolar: a gênese e derrocada do socialismo soviético, de Luis Fernandes.

O legado da revolução soviética para a evolução histórica do mundo no século XX é múltiplo. Foi a primeira – e única – alternativa sistêmica ao capitalismo mundial. A URSS também teve participação importante na destruição do nazi-fascismo e no desmantelamento dos impérios coloniais. Depois da II Guerra Mundial, as propostas de direitos sociais igualitários, de planejamento econômico centralizado e de inovações tecnológicas inspiravam, de um lado, o entusiasmo dos partidários, do outro, o receio dos inimigos.

Para Luis Fernandes, a gênese e derrocada do sistema socialista soviético traçam em tons dramáticos uma Revolução que se revelou “bipolar” em sentido duplo. No primeiro, a Revolução Russa cindiu a economia capitalista antes mundial em dois sistemas mundiais opostos, um capitalista e outro socialista. Esta ruptura constituiu a ordem bipolar da Guerra Fria.

O segundo sentido evoca conotações psicanalíticas. Em pouco mais de uma geração, a psique da sociedade soviética passou da autoconfiança desafiadora para um acentuado sentimento de inferioridade: uma espécie de “transtorno bipolar” coletivo. O resultado foi um colapso singular: um sistema político e socioeconômico que desmoronou de forma rápida e humilhante sem um conflito bélico direto.

Quando e por que o sistema perdeu o rumo? O autor faz uma ampla análise dessa ascensão e colapso soviético e propõe um interessante ponto de partida: a opção pela estatização integral da economia teria bloqueado a capacidade de o sistema disseminar o progresso técnico na sua sociedade, justamente no período em que o mundo passava por nova e profunda revolução científico-tecnológica-informacional.

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Sobre o autor:

Luis Fernandes é professor do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da PUC-Rio e da UFRJ. Para além das suas atividades acadêmicas, ocupou importantes cargos governamentais na área de Ciência, tecnologia e Inovação, entre os quais os de Secretário Executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, Presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e Diretor Científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ).

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